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"" LOGÍSTICA custa dinheiro. Erros no gerenciamento LOGÍSTICO custam clientes ! ""

"" LOGÍSTICA custa dinheiro. Erros no gerenciamento LOGÍSTICO custam clientes ! ""

Hoje pagamos no Brasil o preço de uma logística ineficiente e ineficaz. Temos um litoral imenso, rios navegáveis mas usamos as rodovias que cortam o Brasil de leste a oeste, de norte a sul. Temos imensas regiões planas e próprias para o uso de ferrovias, mas nossa malha ferroviária utiliza 5 bitolas diferentes, e um trem não consegue sair do sul até o sudeste, pois os trilhos são incompatíveis.

Nossa agricultura não consegue escoar a produção do Centro-Oeste até o litoral de maneira eficiente
Nossa indústria sofre com custos logísticos imensos atrapalhando nossa competitividade internacional.
Nossos aeroportos com tantos atrasos e cancelamentos.
Assim, sem segurança nas estradas e com uma péssima infra-estrutura de transportes, vamos perdendo competitividade e nossas empresas deixam de crescer. Lembrando que ainda temos o desafio de receber uma COPA e uma OLIMPIADAS pela frente.

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quinta-feira, 13 de abril de 2017

As principais rodovias do Brasil

O Brasil é um país de dimensões continentais e apesar de ter uma costa marítima e uma bacia hidrográfica perfeitamente navegáveis, elas são muito pouco exploradas para a logística. Historicamente, o transporte rodoviário sempre foi dominante, com reduzidos investimentos às modalidades ferroviária e fluvial.

Estima-se que mais de 60% das cargas sejam transportadas pela via rodoviária. O Brasil tem a quarta maior rede de estradas e rodovias do mundo, em quase 1,8 milhões de quilômetros de extensão. A frota de caminhões e ônibus é estimada em cerca de 40 milhões de veículos.
Assim, tem-se a conjuntura de dominância do transporte rodoviário com as principais rotas logísticas do país. Confira abaixo uma lista com as informações sobre as principais rodovias do Brasil e suas características, bem como os tipos de produtos que são transportados. Continue a leitura!

BR-116

A BR-116 é considerada a principal rodovia do Brasil e também é a maior totalmente pavimentada do país. Ela corta o litoral brasileiro, do Nordeste ao Sul, iniciando-se em Fortaleza (CE) e finalizando em Jaguarão (RS) — fronteira com o Uruguai.
Essa rodovia longitudinal possui uma extensão de, aproximadamente, 4.500 quilômetros, e corta 10 estados: Ceará, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Nomes populares

  1. Via Serrana: trecho entre as cidades de Jaguarão (RS) e Curitiba (PR);
  2. Régis Bittencourt: trecho entre Curitiba e São Paulo;
  3. Presidente Dutra: trecho entre São Paulo e Rio de Janeiro;
  4. Rio-Teresópolis: trecho entre Rio de Janeiro, Teresópolis e Além Paraíba;
  5. Rio-Bahia: trecho que passa pelo território de Minas Gerais;
  6. Santos Dumont: trecho entre Fortaleza e Rio de Janeiro, no entroncamento com a BR-040.

Privatizações

  • CCR Nova Dutra: trecho da Rodovia Presidente Dutra, em São Paulo;
  • CRT: trecho entre Duque de Caxias e Sapucaia;
  • Autopista Régis Bittencourt: trecho de São Paulo a Curitiba;
  • Via Bahia: trecho de Feira de Santana a divisa com Minas Gerais;
  • Autopista Planalto Sul: trecho entre Curitiba (PR) até a divisa de Santa Catarina com o Rio Grande do Sul.

Principais produtos transportados

Soja, milho, feijão, aves e suínos.

BR-101

Também corta o país de forma longitudinal, do Nordeste ao Sul, iniciando em Touros (RN) e finalizando em São José do Norte (RS). Possui uma extensão de 4.772,4 quilômetros.
Construída pelo Exército Brasileiro, a rodovia mais extensa do Brasil passa por 12 estados: Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Nomes populares

  • Rodovia Translitorânea;
  • Rodovia Governador Mário Covas (nome oficial em toda a extensão);
  • Rodovia Rio-Santos: trecho do Rio de Janeiro a Santos;
  • Presidente Nilo Peçanha: no estado do Rio de Janeiro.

Privatizações

  • Autopista Litoral Sul: alguns trechos no Paraná e Santa Catarina;
  • Eco101: trecho da divisa entre o Rio de Janeiro e o Espírito Santo até a Bahia;
  • Ecoponte: Ponte Rio-Niterói;
  • Autopista Fluminense: trecho entre Niterói e a divisa com o Espírito Santo.

Principais produtos transportados

Industrializados de origem animal, químicos, celulose, grãos, aves e suínos.

BR-381

A BR-381, uma das principais rodovias do Brasil, possui uma extensão de, aproximadamente, 1.200 quilômetros, iniciando em São Mateus (ES) — no entroncamento com a BR-101 — e finalizando em São Paulo (SP) — no entroncamento com a BR-116.
Atravessa os estados de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo.

Nomes populares

  • Rodovia Fernão Dias: trecho entre Contagem (MG) a São Paulo;
  • Miguel Curry Carneiro: trecho entre São Mateus e Nova Venécia, no ES.
  • ES-381: dentro do estado do Espírito Santo.

Privatizações

  • Autopista Fernão Dias: trecho entre Contagem (MG) a Guarulhos (SP).

Principais produtos transportados

Industrializados e produção siderúrgica.

BR-040

A BR-040 é uma rodovia radial que se inicia em Brasília (DF) — no entroncamento com a BR-450 — e finaliza no Rio de Janeiro (RJ), na Rodoviária Novo Rio. Possui 1.178,7 quilômetros de extensão e atravessa o Distrito Federal, além dos estados de Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Nomes populares

  • Rodovia Presidente Juscelino Kubitschek: trecho entre Brasília (DF) e Petrópolis (RJ);
  • Rodovia Washington Luís: trecho entre Petrópolis (RJ) e Rio de Janeiro (RJ);
  • BR-135: trecho de Sete Lagoas (MG).

Privatizações

  • Via 040: trecho do Distrito Federal a Juiz de Fora;
  • Concer: trecho de Juiz de Fora ao Rio de Janeiro.

Principais produtos transportados

Derivados de parques siderúrgicos, carvão, eucalipto, móveis e industrializados.

BR-364

Possui cerca de 4.300 quilômetros de extensão, é uma rodovia diagonal que se inicia em Limeira (SP) — no km 153 da SP-330 — e vai até Rodrigues Alves (AC) — fronteira do Brasil com o Peru. Atravessa os estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rondônia e Acre.

Nomes populares

  • Rodovia Marechal Rondom;
  • Rodovia Washington Luís (SP-310): em São Paulo, até o km 293;
  • Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326): São Paulo até a divisa com o estado de Minas Gerais;
  • Rodovia Chiquilito Erse: em Porto Velho (RO);
  • Rodovia Governador Edmundo Pinto: trecho entre Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC).

Principais produtos transportados

Soja, milho, produtos de mineração e pecuária.

A importância de saber essas informações

Ter o conhecimento sobre a malha rodoviária do Brasil é essencial para otimizar o planejamento de rotas, considerando as características, restrições, cobranças de pedágio (que influenciam no valor do frete), entre outras coisas. Nesse sentido, é possível diminuir os custos referentes ao transporte de produtos.
Além disso, essas informações podem ajudar o gestor na hora de decidir sobre a localização ideal para os centros de distribuição, levando em consideração a capacidade de escoamento das cargas e a proximidade com os clientes — que são os principais fatores para a elaboração dessa estratégia, além dos aspectos tributários.
Saber quais são as principais rodovias do Brasil ajuda a melhorar o posicionamento da empresa, tanto em relação à proximidade com seus clientes finais, quanto na definição de estratégias de transporte, o que pode ajudar a aprimorar os prazos de entrega dos pedidos.
fonte:http://www.bloglogistica.com.br/mercado/as-principais-rodovias-do-brasil/

Acrescento aqui outras 02 importantes rodovias, ambas passam por Uberlândia no Triangulo Mineiro, tem grande importância para a economia do país, pois é estratégica para o movimento de fluxos de todos os tipos de mercadorias interligando vários modais de transporte a várias regiões. 

BR-050 
é uma Rodovia Federal radial do Brasil. Seu ponto inicial é em Brasíli
a (DF) e o final em Santos (SP). Passa pelos estados de Goiás, Minas Gerais e São Paulo. É considerada como uma das rodovias mais movimentadas do país, pois liga a capital federal à maior metrópole brasileira, São Paulo;
O trecho paulista da rodovia encontra-se sob jurisdição do governo estadual, tendo a denominação SP-330 (Anhanguera) no trecho que liga Igarapava a São Paulo e SP-150 (Anchieta) no trecho entre São Paulo e Santos.
Por conta de nestes trechos a rodovia estar sob jurisdição estadual, a mesma perde a nomenclatura original, sendo parte integrante na malha rodoviária do estado.
fonte:https://pt.wikipedia.org

BR-365 
é uma importante rodovia diagonal federal brasileira que liga as regiões Nordeste - Centro Oeste. A BR-365 liga duas cidades importantes de Minas Gerais: Montes Claros - Uberlândia, além de ligar Uberlândia a BR-364 (divisa de Minas Gerais e Goiás), rumo ao Mato Grosso.A rodovia também faz cruzamento com outras rodovias importantes como a BR-040 e a BR-354.
fonte:https://pt.wikipedia.org

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Impacto do formalismo para o Supply Chain Management no Brasil

No Brasil, existe uma grande quantidade de leis, regras, normas e procedimentos que buscam reduzir riscos, ambiguidades e incertezas, aumentando o controle sobre o comportamento e ação das pessoas.

Isto ocorre devido a característica cultural do formalismo, presente em nosso país. Aparentemente contrário ao personalismo, outra característica marcante de nossa cultura, estas duas parecem se compatibilizar através do “jeitinho”, conforme proposto por Roberto Da Matta.

A consequência disso são discrepâncias entre o que está escrito e o que é feito de fato, resultando na criação de um sem número de atividades e mecanismos de controle nas organizações.

São muitas as evidências que sugerem o excesso de formalização exigido no Brasil na área de Supply Chain Management, como o exemplo recorrente da necessidade de transportar a mercadoria acompanhada de um documento para fiscalização in loco, que é emblemático por reunir as características do formalismo: exigência de documentação escrita e mecanismos de controle redundantes.

Inúmeros outros exemplos poderiam ser apresentados para ilustrar os entraves na área de SCM no Brasil causados pelo formalismo, como o excesso e a complexidade das regras tributárias, os procedimentos alfandegários absurdos…
Este tipo de formalização burocrática é extremamente adversativo para a gestão integrada da cadeia de suprimentos, na medida em que dificulta a fluidez de recursos entre os elos e torna o processo mais lento e dispendioso.
Outra queixa recorrente dos executivos da área, o desperdício de tempo, está de um lado relacionado com o formalismo (suas ineficiências e duplas checagens), e de outro com a própria relação do brasileiro com a passagem do tempo e a baixa orientação ao cumprimento dos planos.
Esta não é uma característica que afeta exclusivamente o SCM, mas especialmente, uma vez que a agilidade e a produtividade são benefícios almejados por suas práticas, sendo prejudicado diretamente por esta característica.
Também é evidente que o excesso de formalidades cria dificuldades que acabam por abrir espaço para a corrupção, que pode gerar desigualdade nos mecanismos competitivos, pois nem todos precisariam seguir as mesmas regras ou partem da mesma base de custos, o que desestimula a produtividade e a integração.
Obviamente, a corrupção não é resultado exclusivo da burocracia, como tampouco pode-se descartar sua influência.
Por tudo isso, tão urgente quanto as questões de infraestrutura, a área de SCM, para se desenvolver em nosso país, precisa de uma reforma que desburocratize a operação, simplifique a tributação, elimine “atalhos”, evite a corrupção e favoreça a associação entre parceiros comerciais.
/em   /por 

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Semana Nacional de Logística em Uberlândia

A Semana Nacional de Logística, realizada pela Associação Comercial e Industrial de Uberlândia (Aciub), em parceria com o Sebrae, será um grande fórum de debates e discussões dos assuntos que impactam no cotidiano dos cidadãos e das empresas. 

Participarão do evento profissionais de renome nacional que atuam nas áreas do transporte rodoviário, aéreo e ferroviário, além de especialistas em vendas online e do setor de entregas de encomendas e correspondências.

Entre os temas que serão discutidos estão a lei do motorista, soluções logísticas para pequenas e grandes empresas, o e-commerce e a logística no setor aéreo, as oportunidades na rede ferroviária, a importância do marketing, e-commerce e do planejamento logístico. 

Também haverá uma Rodada de Negócios entre empresas de logística e serão realizadas duas visitas técnicas em grandes empresas de Uberlândia.

O evento acontece entre 10 a 13 de setembro no Center Convention, em Uberlândia. Podem participar empresários, fornecedores e consumidores do setor, associados das entidades de classe, estudantes, técnicos, pesquisadores e lideranças de organizações ligadas à logística. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site www.aciub.com.br


Dia 10 de setembro
-18h – Abertura oficial da semana nacional de logística
-18h45 – Palestra: “Ferrovia norte sul e suas oportunidades”, com representantes da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
-19h30 – Painel: “Lei do motorista e questões trabalhistas” com Paulo Teodoro do Nascimento, advogado, sociólogo, assessor jurídico da Federação das Empresas de Transportes de Carga do Estado de Minas Gerais (FETCEMG) e do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas do Estado de Minas Gerais (SETCEMG).

Dia 11 de setembro
-8h às 12h30 – Rodada de negócios de logística.
-10h – Palestra: “Soluções logísticas para grandes organizações” com Ricardo Fógos da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios).

-14h – Círculo de palestras: “Construindo a capital nacional do e-commerce”
1º palestra: “E-commerce: sua empresa está preparada para vender online?”, com Marcelo Martins do site www.lojistaonline.com.br
2º palestra: “Marketing para e-commerce: como aparecer para vender”, com Bruno Figueredo, criador do site www.joganogoogle.com.br
3º palestra: “Planejamento logístico da entrega: desafios e soluções para um brasil continental”, com Fernando Sobrinho da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios).

19h – Fórum de logística, com o painel “A logística no setor aéreo oportunidades e perspectivas” com Alexandre Silva, gerente comercial internacional da empresa aérea TAM, e Rodrigo Otávio Jacome de Medeiros, gerente de negócios e mercados da Infraero.

Dia 12 de setembro

Manhã e tarde – Visitas técnicas a grandes empresas.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

O maior inimigo do estoque

Quando menino, era muito comum ir à mercearia para comprar mantimentos. Quase tudo era a granel. Podia-se comprar meio pão, meio litro de óleo, 100g de margarina, meio quilo de arroz… Por essa razão, é possível deduzir duas coisas: primeiro que os garotos do bairro conheciam esse caminho “de cor e salteado”; segundo que era uma logística não menos fascinante pelo seu sistema de distribuição e modelo de consumo fracionado. Com pouquíssimos supermercados, as mercearias dominavam o comércio. 

Ouvindo uma conversa entre adultos, alguém perguntava ao dono da mercearia como ele conseguia trabalhar com tantos itens e não deixar que nada faltasse em seu comércio. Ele respondeu que tinha sempre uma atenção maior com os itens mais vendidos – os fracionados – e que não tinha dificuldade alguma com isso. 

  • Sua dificuldade mesmo era com o maior inimigo do seu estoque: os ratos.


Com uma voracidade insistente que destrói mesmo o que não comem, os ratos continuam apavorando os estoques dos grandes estabelecimentos. Quem já viu um armazém de um supermercado sabe disso. Porém, após a Globalização, os inimigos se diversificaram. 
  • " O roedor ganhou a companhia de vários agentes prejudiciais que também “destroem” uma organização com ações erradas ou pela omissão.

Se lhe perguntássemos qual o maior inimigo de um estoque, com certeza, você teria várias respostas. Contudo, a maioria das empresas não dá ao seu estoque a devida atenção. São muitos os possíveis inimigos e, ignorar um deles, pode trazer sérias consequências. 
Atenção triplicada ainda para o shelf life (vida de prateleira; prazo de validade) que possui métodos, sistemas e características próprias.
Já ouvimos muitos especialistas falarem acerca de gestões de estoques e da importância da sistematização e automação. Tudo isso é muito importante, mas se não extinguir “os ratos” do estoque, não haverá êxito em processos maiores.
Alguns classificam o estoque como o “coração” da empresa. Acho que é exagero. Eu classificaria como um “poço” que não pode ser muito fundo, nem muito raso; onde tudo precisa estar bem organizado, bem seguro e com rotatividade para que não seja enterrado ou seja sem fundo. Se ruir, levará junto boa parte do terreno.
A rotina e a responsabilidade devem ser as mesmas para todos SKU’s (Stock Keeping Unit – designa os diferentes itens codificados do estoque). É necessário conduzir bem o trabalho com a Curva ABC. A razão de um estoque é PROVER e ele deve ser visto como “um todo”, mesmo que se saibam quais os SKU’s possuem maior representatividade quanto ao valor ou ao ponto de ressuprimento. Não confundamos a ordem de valores com a ordem de necessidades.
Nessa relação de inimigos do estoque, além de uma gestão despreparada, podemos incluir, em especial, a equipe operacional. Se for uma equipe coesa, responsável e ciente de sua importância para o processo, dificilmente “os ratos” vão prejudicar o estoque. O maior problema a ser evitado é a parada da produção. Contudo, uma má gestão e uma equipe fraca acabam trabalhando para isso.
Podemos classificar os possíveis problemas de um estoque em cinco partes:
- Individual: não há fluidez com um membro na equipe sem aptidão e sem um bom senso de organização. As pessoas do estoque devem ser muito bem escolhidas e treinadas.
- Setorial: estoques mínimos ou de segurança e pontos de ressuprimentos mal definidos; acesso irrestrito; sem sinalização; sem organização, limpeza e endereçamento; saídas sem requisições e falta de atenção com o recebimento, lançamento de notas fiscais e, no caso de produtos acabados, com os embarques. O conhecimento acerca dos itens é fundamental.
- Intersetorial: o Financeiro aguarda sempre reduções; o Compras só quer o necessário; a Contabilidade acurácia; a Produção garantias; a Manutenção o aumento do estoque mínimo; a Expedição, o Faturamento e o Comercial a agilidade… O Estoque deve ser sempre assertivo.
- Fornecimentos: fornecedores sem compromissos com prazos e quantidades; exclusividade; consignações e concessões sempre trazem riscos. Material conferido, estocado e lançado é a receita básica para a programação.
- Macrologística: os problemas com a infraestrutura de estradas, ferrovias, aquavias e portos brasileiros fazem com que tenhamos um estoque maior e mais caro. Com uma média de até três dias a mais no transporte, a logística inbound(entrada) mantém um estoque de 10% além do que seria necessário; a logística outbound (saída) perde, pelo menos, mais 10% do poder financeiro na forma de estoques de acabados e na faixa de prazos concedidos. Além disso, se o produto não estiver bem protegido e bem acondicionado, não suportará os solavancos nas estradas e os danos nas operações com os equipamentos inadequados.
Têm “ratos” no seu estoque? Eles só estão lá porque são “alimentados”.
fonte:http://www.logisticadescomplicada.com/o-maior-inimigo-estoque/;  Por Marcos Aurélio da Costa

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Conheça os 15 profissionais mais procurados do país

O PROFISSIONAL de LOGÍSTICA:



Alguns analistas apontam que, atualmente, dentre as empresas que mais recrutam mão de obra especializada em logística, destacam-se as que atuam nas áreas farmacêutica, ferroviária e de comércio eletrônico. Mas esse tipo de colaborador pode atuar em empresas públicas ou privadas dos mais variados setores.

E o mercado aquecido tem feito até com que profissionais de administração, economia e engenharias sejam procurados para atuar comlogística. Isso porque, por falta de colaboradores capacitados, a saída encontrada por várias empresas tem sido a contratação de pessoas sem experiência para treiná-las internamente.



Mas a verdade é que o mercado está em busca de pessoas realmente capacitadas em logística



Perfil
No dia a dia, o profissional de logística precisa ser flexível, ter disposição e interesse no funcionamento de outras áreas da companhia. 

Afinal, ele será o responsável pela administração de materiais e recursos utilizados em diversos departamentos da empresa, controlando estoques e a respectiva armazenagem, planejando a movimentação interna, o fluxo entre fábricas, por exemplo, centros de distribuição e redes de varejo.

Quem pretendeatuar na área precisa ter conhecimentos em informática para trabalhar com bancos de dados e sistemas. Falar outros idiomas também ajuda, pois, dependendo do porte e do setor de atuação da companhia, é necessário manter comunicação frequente com fornecedores e clientes de outras partes do mundo. 


“É preciso que esse colaborador tenha conhecimentos de administração, recursos humanos, transportes, geografia, matemática financeira, gerenciamento de dados, tecnologia e pesquisas de mercado”.



Acompanhe abaixo a matéria da Folha de São Paulo

A Folha ouviu as consultorias Michael page, Robert half, Adecco, Quality Training Recursos Humanos, Robert Walters, Mercer, Mariaca, Asap, 2get e Manpower para descobrir os 15 profissionais mais em falta no país na atualidade




Consultorias indicam os cargos mais difíceis de preencher no Brasil

09/06/2013 - 00h11  - REINALDO CHAVES-


COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Apple escolhida como melhor cadeia de suprimentos do mundo [Supply Management]

Ranking das 25 principais cadeias produtivas do Gartner
É o sexto ano consecutivo que a fabricante do iPhone e iPad saiu no início do estudo. 
Peers classificou-número um, com a Apple a captura de 75 por cento dos pontos mais altos possíveis de todo o pool de votação - apenas uma das cinco medidas que compreende a classificação. 

Aqueles que estão em segundo e terceiro lugar trocados este ano, com a seguinte vantagem da Apple McDonald e Amazon chegando a número três - embora colegas votaram Amazon um segundo próximo a Apple. Dois recém-chegados às cinco primeiras posições são Intel e Unilever.


É a nona vez que o estudo anual foi produzido com o objetivo de sensibilizar para a disciplina da cadeia de suprimentos e como ela afeta o negócio. 
Ao lado de alguns líderes perenes, top 25 deste ano oferece três novas empresas - Ford, Lenovo e Qualcomm.

Debra Hofman, diretor vice-presidente do Gartner, disse no coração do Supply Chain Top 25 é a noção de liderança procura. "Estamos pesquisando e escrevendo sobre as práticas ditadas pela procura desde 2003, com destaque para as empresas de viagem a tomar a partir do modelo da antiga 'push' da cadeia de abastecimento para que integra demanda, oferta e do produto em uma rede de valor que orquestra uma resposta rentável às mudanças na demanda em constante mudança. "

  1. Apple maçã 
  2. McDonald 
  3. Amazon.com 
  4. Unilever 
  5. Intel 
  6. P & G 
  7. Cisco Systems 
  8. Samsung Electronics 
  9. Coca Cola Company 
  10. Colgate-Palmolive 
  11. Dell 
  12. Inditex 
  13. Wal-Mart Stores 
  14. Nike 
  15. Starbucks 
  16. PepsiCo 
  17. H & M 
  18. Caterpillar 
  19. 3M 
  20. Lenovo Group 
  21. Nestlé 
  22. Ford Motor 
  23. Cummins 
  24. Qualcomm 
  25. Johnson & Johnson
Fonte: Supply Management; disponível em http://www.supplymanagement.com/news/2013/apple-named-worlds-best-supply-chain/; acesso em 30/05/2013.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O que determina a sustentabilidade de um centro de distribuição


Há muitas dúvidas quando o assunto é a sustentabilidade dos centros de distribuição (CD). E é normal que haja, pois uma construção ou um edifício sustentável é mais complexo do que se imagina e exige mais do que soluções prontas, como painéis solares.
Por esse motivo, é preciso dividir os tipos de construções sustentáveis que há mercado. O primeiro deles, e o mais complexo, são os centros de distribuição “verdes” que foram planejados, construídos e operam seguindo parâmetros de redução de impactos socioambientais, como controle de resíduos de obra, contratação de fornecedores locais, reaproveitamento de água de chuva, uso de iluminação natural, instalação de sistema de energia renovável, entre outros pontos. Esse modelo de construção, muitas vezes, segue parâmetros de certificações internacionais, como o LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) e o Aqua (Fundação Vanzolini) e, por isso, são acompanhados por consultorias especializadas em construções sustentáveis desde o planejamento até a desativação do edifício.
Há também os edifícios que foram adaptados para operar de forma sustentável, com a instalação de iluminação zenital (ou natural), placas de aquecimento solar, ventilação natural, equipamentos e sistemas elétricos eficientes e que consomem menos energia, projeto de transporte coletivo para os funcionários, etc. Na maioria das vezes, são edifícios entre 15 e cinco anos de uso e que permitem adaptações, sem afetar a estrutura do CD. Esses edifícios ainda podem solicitar certificações que reconheçam a eficiência do centro de distribuição, no entanto, receberão uma classificação inferior.
Outro modelo presente no mercado é o de CDs que foram construídos para atuar de forma eficiente e, por isso contam com muitos dos itens citados no segundo exemplo, mas não adotaram medidas 100% sustentáveis durante o processo construtivo, ou seja, não fizeram tratamento dos resíduos gerados durante a obra, não contrataram fornecedores locais e não desenvolveram corretamente um projeto de reflorestamento. Muitas vezes, não recebem orientação de consultoras especializadas em certificação, mas conseguem reduzir os impactos socioambientais e os custos operacionais do CD.
Mauricio Miranda
IMAM
Fonte:http://www.imam.com.br/revistaintralogistica/logistica-sustentavel/106-o-que-determina-a-sustentabilidade-de-um-centro-de-distribuicao/item

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Vocollect - Estudo de Caso Cefrinor - Resumo


A CEFRINOR, empresa fundada em 1983, é pioneira na prestação de serviços de Logística e Frigoconservação no Nordeste para o segmento de produtos frigoconservados.  

Confira no vídeo abaixo os ganhos de produtividade gerou no armazém. No caso, o ganho de produtividade citado foi de 25% no picking.


Além de ganhos em produtividade, há ainda aumento de acuracidade, redução no consumode papel, redução no tempo de treinamento dos colaboradores; outra vantagem é a possibilidade do operador trabalhar com as mãos livres viabilizando melhor desempenho na panha dos produtos.

fonte: Estudo de caso Cefrinor: http://www.youtube.com/watch?v=3hQsHRkPSfQ