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"" LOGÍSTICA custa dinheiro. Erros no gerenciamento LOGÍSTICO custam clientes ! ""

"" LOGÍSTICA custa dinheiro. Erros no gerenciamento LOGÍSTICO custam clientes ! ""

Hoje pagamos no Brasil o preço de uma logística ineficiente e ineficaz. Temos um litoral imenso, rios navegáveis mas usamos as rodovias que cortam o Brasil de leste a oeste, de norte a sul. Temos imensas regiões planas e próprias para o uso de ferrovias, mas nossa malha ferroviária utiliza 5 bitolas diferentes, e um trem não consegue sair do sul até o sudeste, pois os trilhos são incompatíveis.

Nossa agricultura não consegue escoar a produção do Centro-Oeste até o litoral de maneira eficiente
Nossa indústria sofre com custos logísticos imensos atrapalhando nossa competitividade internacional.
Nossos aeroportos com tantos atrasos e cancelamentos.
Assim, sem segurança nas estradas e com uma péssima infra-estrutura de transportes, vamos perdendo competitividade e nossas empresas deixam de crescer. Lembrando que ainda temos o desafio de receber uma COPA e uma OLIMPIADAS pela frente.

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Correios testa motos elétricas na entrega de cartas e encomendas


Os Correios iniciaram no mês de Janeiro testes com motocicletas elétricas em Belo Horizonte (MG). Duas motos modelo Scooter, com tecnologia alemã e design italiano, já estão operando na distribuição de cartas e encomendas. Na próxima semana, mais duas irão trabalhar na entrega em São Paulo (SP). Os testes são uma parceria com a empresa Riba Motos Indústria e Comércio, do grupo VMOTO/E-MAX, e serão realizados até o final de março.

Usar veículos elétricos faz parte da política de sustentabilidade dos Correios, que visa atingir um desempenho ambiental correto, por meio do gerenciamento dos impactos ambientais e da busca contínua de melhoria de processos, serviços e produtos oferecidos pela empresa.

Ações sustentáveis — Nesse sentido, a empresa já utiliza veículos elétricos de calçadão em Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) e pretende expandir neste ano o uso do veículo para cidades de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

Entre outras ações sustentáveis, os Correios também realizam a Coleta Seletiva Solidária, que promove a separação dos resíduos recicláveis descartados (papel, vidro, plástico, metal e orgânico) e a sua destinação às associações/cooperativas de catadores de materiais recicláveis; mantêm o programa EcoPostal (que destina uniformes e malotes sem condições de uso para cooperativas que os transformam em roupas, mochilas e sandálias) e promovem o descarte adequado de resíduos especiais como pneus, computadores, lâmpadas fluorescentes, óleo lubrificante e baterias de veículos.

O que determina a sustentabilidade de um centro de distribuição


Há muitas dúvidas quando o assunto é a sustentabilidade dos centros de distribuição (CD). E é normal que haja, pois uma construção ou um edifício sustentável é mais complexo do que se imagina e exige mais do que soluções prontas, como painéis solares.
Por esse motivo, é preciso dividir os tipos de construções sustentáveis que há mercado. O primeiro deles, e o mais complexo, são os centros de distribuição “verdes” que foram planejados, construídos e operam seguindo parâmetros de redução de impactos socioambientais, como controle de resíduos de obra, contratação de fornecedores locais, reaproveitamento de água de chuva, uso de iluminação natural, instalação de sistema de energia renovável, entre outros pontos. Esse modelo de construção, muitas vezes, segue parâmetros de certificações internacionais, como o LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) e o Aqua (Fundação Vanzolini) e, por isso, são acompanhados por consultorias especializadas em construções sustentáveis desde o planejamento até a desativação do edifício.
Há também os edifícios que foram adaptados para operar de forma sustentável, com a instalação de iluminação zenital (ou natural), placas de aquecimento solar, ventilação natural, equipamentos e sistemas elétricos eficientes e que consomem menos energia, projeto de transporte coletivo para os funcionários, etc. Na maioria das vezes, são edifícios entre 15 e cinco anos de uso e que permitem adaptações, sem afetar a estrutura do CD. Esses edifícios ainda podem solicitar certificações que reconheçam a eficiência do centro de distribuição, no entanto, receberão uma classificação inferior.
Outro modelo presente no mercado é o de CDs que foram construídos para atuar de forma eficiente e, por isso contam com muitos dos itens citados no segundo exemplo, mas não adotaram medidas 100% sustentáveis durante o processo construtivo, ou seja, não fizeram tratamento dos resíduos gerados durante a obra, não contrataram fornecedores locais e não desenvolveram corretamente um projeto de reflorestamento. Muitas vezes, não recebem orientação de consultoras especializadas em certificação, mas conseguem reduzir os impactos socioambientais e os custos operacionais do CD.
Mauricio Miranda
IMAM
Fonte:http://www.imam.com.br/revistaintralogistica/logistica-sustentavel/106-o-que-determina-a-sustentabilidade-de-um-centro-de-distribuicao/item

sábado, 14 de janeiro de 2012

Lâmpada WakaWaka levará luz a regiões pobres

Por Marina Franco - 11/01/2012 às 09:00
Mais uma boa ideia acaba de sair do papel para beneficiar comunidades de regiões pobres de todo o mundo, onde a eletricidade, em pleno 2012, ainda não chegou. Trata-se da lâmpada WakaWaka, nome inspirado na música tema da última Copa do Mundo, This Time for Africa, da Shakira, e que na língua africana suaíli quer dizer “brilhar”.

Compacta e de baixo custo, a WakaWaka tem uma placa fotovoltaica para captar aenergia do Sol e diodos emissores de luz, o famoso LED, para iluminar. Como mostra o vídeo abaixo, ela pode ser acoplada a uma garrafa PET e, assim, substituir os lampiões de querosene, comumente usado em regiões de vulnerabilidade social, mas que são tóxicos e podem causar asfixias, além de incêndios e explosões.

Além de mais segura, a WakaWaka é econômica. Ela deverá custar menos de US$ 10, o equivalente aos gastos de dois a três meses com querosene. Segundo a empresa WakaWaka Shine Bright*, que conseguiu realizar seu projeto através da plataforma de financiamento coletivo Kickstarter, um dia inteiro de exposição ao Sol garante 16 horas de luz e outras funções, como fornecer energia para rádios ou carregar baterias de celulares.

Estima-se que em todo o mundo 1,5 bilhões de pessoas não têm acesso a uma fonte estável e segura de luz. É a vez da WakaWaka? Assista ao vídeo:


fonte:Por Por Marina Franco - 11/01/2012 às 09:00

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

O Poder de UM

Alguns meses atrás, fui um dos apresentadores de “24 Horas de Realidade”, um evento mundial promovido pela The Climate Reality Project*, ONG fundada por Al Gore, para chamar a atenção da sociedade às mudanças climáticas e às soluções para este problema.  A mensagem era simples: as mudanças climáticas, que acreditávamos que íamos deixar de legado para nossos filhos e nossos netos, já estão acontecendo.

Ao redor do mundo, enchentes, secas, tempestades e furacões fora de época ou de intensidade poucas vezes vista ceifaram dezenas de milhares de vidas e causaram centenas de bilhões de dólares de prejuízos, só nos últimos dois anos.  Estes são justamente os fenômenos previstos pelos modelos climáticos criados para estudar as conseqüências do aumento de CO2 e outros gases do efeito estufa (GEE) na nossa atmosfera.

E, no entanto, a despeito dos inúmeros alarmes soados por cientistas e instituições de pesquisa em todo o mundo, nossos lideres não conseguem chegar a um acordo sobre como diminuir as emissões de GEE, que continuam aumentando ano após ano.

A situação parece sem esperança. As pessoas, empresas e governos estão demasiadamente preocupados em ganhar seu próximo Real, Dólar, Euro ou Yuan para entender que sua riqueza acumulada pode não valer nada nas próximas décadas, se as previsões científicas se materializarem.

O que fazer, então?  Se você se preocupa com este assunto e está disposto a mudar e a apoiar a mudança, pertence a uma minoria e pode até pensar que não tem o poder para mudar o mundo.  Mas isso é um erro.

95% das pessoas são seguidoras.  Seguem as opiniões e gostos dos outros.  Repetem as “verdades” que escutam e compram o que os outros compram.  Nossa espécie é gregária, e nossos cérebros são predispostos a acomodar, a seguir “o bando”.  Isso, não sou eu que digo, mas inúmeros estudos científicos e de empresas de marketing que estudam o comportamento do homo consumista.

Portanto, cabe aos outros 5% serem os lideres, aqueles que ditam tendências, modas e têm suas opiniões repetidas por outros.  Quer mudar o mundo?  Seja um destes 5%. Como? Converse, levante a voz, dê o exemplo! As pessoas admiram e copiam aqueles que têm convicções, que fazem o que dizem, e que transpiram alegria e bem-estar. Mostre aos seus vizinhos, à sua família, aos amigos e colegas de trabalho que, ao adotar hábitos e um estilo de vida mais amigáveis ao planeta, você se torna uma pessoa mais feliz e mais realizada.

Se quisermos que a nossa sociedade global mude e se baseie em um novo paradigma que respeita os limites ecológicos do planeta e respeita a vida em todas as suas formas e diversidade (e não uma sociedade que pratica o consumismo), precisamos ter paciência e perseverança.

Novos paradigmas suplantam velhos paradigmas não quando os novos paradigmas são criados, mas quando os velhos paradigmas deixam de ser passados adiante. Assegure-se, portanto, de que o que você está passando adiante é o novo paradigma, e lentamente eliminará o velho.

* The Climate Reality Project http://climaterealityproject.org/
Foto: Zoriah / Creative Commons

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Restaurantes Subway substituem embalagens e sacolas plásticas por papel

A sacola em que o sanduiche é colocado para a entrega e as embalagens dos guardanapos estão sendo trocadas por papel, na rede Subway. A Guardanapos Leal, indústria paranaense líder na fabricação de guardanapos, é a responsável pela mudança nas embalagens da rede no Brasil.

A retirada do plástico atente a um pedido dos clientes e da legislação. "A Subway se preocupa com o meio ambiente e tem trazido cada vez mais esse conceito para suas lojas", conta Roberta Damasceno, gerente nacional da rede.

A principal vantagem do papel é ser 100% reciclável e provido de fontes renováveis. "Fornecemos mensalmente 30 toneladas de guardanapos embalados para a para a rede Subway. Isso significa que, com o novo produto, seis toneladas de plástico deixarão de ser depositados na natureza nesse período. Quanto às sacolas, a pedido do cliente, desenvolvemos o modelo em papel que foi aprovado e a partir de agora também serão fornecidas por nós", explica o diretor da Guardanapos Leal, Hildebrando Tuca Reinert.

"A migração do plástico para o papel está em ritmo acelerado. A meta é que até o final do primeiro bimestre de 2012 o plástico seja eliminado da nossa cadeia produtiva. Nossos clientes sairão na frente por oferecer um produto sustentável ao consumidor final", explica.

Segundo Reinert, o mercado brasileiro está se sensibilizando com as questões ambientais. "As marcas precisam estar atentas porque o consumidor já encara a sustentabilidade como uma obrigação", ressalta.
Fonte: M5 Comunicação Integrada

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Logística reversa e sustentabilidade

logística reversa está associada, normalmente, às funções de pós-venda e pós-consumo. Quase sempre o enfoque é em levar de volta a alguns poucos centros um conjunto muito grande de materiais que foi distribuído para o consumo através da logística direta.
Enquanto o papel da logística direta é levar do produtor para alguns centros de distribuição, destes para o mercado e finalmente para o grande público consumidor, a logística reversa faz o papel inverso, pegando os produtos altamente dispersos e devolvendo-os às suas origens para tratamento, disposição final ou reclicagem.
No entanto, é possível aumentar o conceito de logística reversa e vê-la como um apelo à sustentabilidade. Não apenas dar destino adequado aos produtos no pós-consumo, mas controlar os resíduos gerados nas organizações.
No recém lançado livro Logística Reversa e Sustentabilidade, os conhecimentos sobre a logística reversa e sustentabilidade são apresentados de forma de forma inovadora, com a adoção de novos conceitos e instigando os leitores a gerir as organizações em geral, em busca dos melhores resultados e benefícios para a sociedade em geral.
logística reversa está associada, normalmente, às funções de pós-venda e pós-consumo. Quase sempre o enfoque é em levar de volta a alguns poucos centros um conjunto muito grande de materiais que foi distribuído para o consumo através da logística direta.
Enquanto o papel da logística direta é levar do produtor para alguns centros de distribuição, destes para o mercado e finalmente para o grande público consumidor, a logística reversa faz o papel inverso, pegando os produtos altamente dispersos e devolvendo-os às suas origens para tratamento, disposição final ou reclicagem.
No entanto, é possível aumentar o conceito de logística reversa e vê-la como um apelo à sustentabilidade. Não apenas dar destino adequado aos produtos no pós-consumo, mas controlar os resíduos gerados nas organizações.
No recém lançado livro Logística Reversa e Sustentabilidade, os conhecimentos sobre a logística reversa e sustentabilidade são apresentados de forma de forma inovadora, com a adoção de novos conceitos e instigando os leitores a gerir as organizações em geral, em busca dos melhores resultados e benefícios para a sociedade em geral.
A abordagem do livro segue uma linha de raciocínio clara, tratando os fundamentos da logística reversa e integrada e apresentando como é feita a gestão reversa de resíduos sólidos urbanos no Brasil. Um exemplo mais claro (e muito importante) é apresentado: a logística reversa de resíduos de serviços de saúde com o estudo de caso do estado de Minas Gerais.
Após são apresentados os novos conceitos de logística reversa aliada à sustentabilidade e como ela pode ajudar na gestão de resíduos.
Se você se interessa ou trabalha nesta área, este livro promete ampliar sua compreensão e a abrangência da logística reversa.
O livro pode ser encontrado na Livraria Saraiva.


terça-feira, 29 de novembro de 2011

Águas passadas

Danilo Rodrigues

Economize

Quem desperdiça comida joga fora muuuita água! Muito mais do que a quantidade que faz parte dos alimentos. Entenda por quê - e evite o desperdício!

A ONG holandesa Water Footprint desenvolveu uma metodologia para calcular o consumo direto e indireto de água na produção de vários itens de nossa mesa - a tal "pegada hidrológica" que dá nome (em inglês) à entidade. 

CAFÉ e CHÁ 
A produção de 1 quilo de pó de café (da plantação à torragem) consome 21 mil litros de água. Uma xicrinha leva 7 gramas de pó - ou seja, gasta 140 litros para ser produzida! Já o chá sai dos campos quase diretamente para a xícara. Cada sachê consome 15 litros de água. 

CARNE BOVINA 
A alimentação e a limpeza de bois e vacas, mais a água gasta para lavar constantemente os abatedouros, mais a lavagem dos caminhões usados no transporte... Tudo isso somado faz com que um hambúrguer de 150 gramas seja responsável pelo gasto de 2 400 litros. 

QUEIJO 
Para fazer 1 quilo de queijo são gastos em média 10 litros de leite. Cada um desses litros consumiu 1 000 litros de água na sua produção (entram na conta a alimentação e a limpeza das vacas, a lavagem do veículo que transporta os galões de leite etc...). 

ARROZ 
Por crescer em terrenos alagados, esse alimento é responsável por 21% do uso mundial de água na agricultura. Do jeito que saiu da plantação, cada quilo de arroz consumiu 2 300 litros em média. Até chegar ao supermercado, ainda vão mais 1 100. 

FRUTAS 
Frutas costumam gastar menos água em sua produção: uma maçã pequena, por exemplo, usa 70 litros. Já uma penca de bananas com seis frutas consome 850. Basta processá-las que o gasto se multiplica: 200 mililitros de suco industrializado de maçã gastam 190 litros.
Fonte:http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/atitude/porque-joga-fora-comida-desperdica-muita-agua-647536.shtml

domingo, 27 de novembro de 2011

Governo assina pactos setoriais pela sustentabilidade



No lançamento do Plano de Produção e Consumo Sustentáveis, Ministério assina acordos para reduzir uso de sacos plásticos e banir uso de substâncias que agridem a camada de ozônio.

O Plano de Ação para a Produção e Consumo Sustentável, lançado nesta quarta-feira (23/11), em Brasília, já começa a sair do papel. Dois pactos setoriais, com as associações brasileiras de Supermercados (Abras) e as indústrias Unilever, começam a dar contorno ao PPCS, que tem metas até 2014. O acordo entre esses setores e o governo é para reduzir o consumo de sacolas plásticas, orientar o consumidor a buscar sustentabilidade nas compras e banir o uso de substâncias que agridem a camada de ozônio pelas fábricas.

A Unilever assumiu voluntariamente o compromisso de substituir, até 2020, o HCFCs (Hidroclorofluorcarbonos) e HFCs (HidroFluorCarbonos) em seu parque de câmaras frias, atualmente com 100 mil equipamentos, por outras com baixo potencial de aquecimento global. A redução começa com 20% até o final de 2012 e segue com 35% até 2014; 50% até 2016; 65% até 2018 e 80% até 2020.

As associações brasileiras de Supermercados (Abras) e de Embalagens (Abre) firmaram pactos setoriais com o Ministério. No caso da Abras, a meta é reduzir o consumo de sacolas plásticas em 30% até 2013 e em 40% até 2015, considerando a produção de 2010 (14 bilhões de sacolas). Em relação às embalagens, a Abre se compromete até 2015, a incluir a simbologia técnica do descarte seletivo em mil produtos de âmbito nacional por ano e adicionar a identificação dos materiais em outras 300 embalagens também em cada ano.

"Com esse Plano, o Governo Brasileiro cumpre, dentro do prazo, mais um dos compromissos internacionais assumidos nos acordos multilaterais das Nações Unidas", comemora a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
Isso porque, em 2007, o Brasil aderiu ao Processo de Marrakesh. A iniciativa, coordenada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), tem o objetivo de apoiar e fortalecer programas que promovam mudanças nos padrões de consumo e produção (conceito apresentado pela primeira vez durante a conferência Rio 92).

A adesão cria a obrigação dos países de elaborarem um plano que identifique experiências avançadas de produção e consumo sustentáveis regionais, que possam ser disseminadas mundialmente. O acordo prevê que os resultados apresentados pelos países que participam do Processo sejam submetidos à Comissão de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da Organização das Nações Unidas (ONU) até o final deste ano.

O Plano brasileiro foi elaborado de forma articulada, por meio de comitê gestor, composto por representantes do governo, da sociedade civil e do setor produtivo, foi submetido à consulta pública no ano passado e passou por amplo debate com todos os segmentos sociais.

Além de reunir boas práticas desenvolvidas de forma pulverizada, o Plano propõe uma série de ações articuladas, com definição clara de objetivos, recursos necessários e metas a alcançar, considerando seis linhas prioritárias para o primeiro ciclo (2011-2014): aumento da reciclagem; educação para o consumo sustentável; agenda ambiental na administração pública; compras públicas sustentáveis; construções sustentáveis; e varejo e consumo sustentáveis.

A secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, Samyra Crespo, explica que essas prioridades dialogam com outras políticas importantes de Governo, como a de Resíduos Sólidos, Mudanças Climáticas e Produção Sustentável da Agricultura Familiar. Queremos dar escala e aperfeiçoar o que já existe e valorizar ações de setores que extrapolam as fronteiras da esfera de governo , afirma.

Consumo - O novo Plano terá, até 2014, o desafio de convencer o consumidor a aderir a práticas de sustentabilidade na hora das compras e do descarte dos produtos. As pesquisas que dão sustentação ao PPCS indicam que a população, principalmente a classe média, demonstra conhecimento sobre o que é bom para a preservação do meio ambiente.

O problema é que ainda são poucos os que adotam práticas sustentáveis no seu dia-a-dia. Para reverter o quadro, estão previstas ações que estimulem o consumo consciente, sem desperdícios e a opção por produtos saudáveis com cadeia produtiva sustentável. A intensificação de campanhas de educação ambiental. O governo vai, também, usar o seu poder de compra (4% do PIB) para estimular a produção de bens e serviços com critérios de sustentabilidade. 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Indústria de plástico assina plano de ação para evitar descarte de lixo nos oceanos

Lydia Cintra 24 de novembro de 20
Líderes da indústria mundial de plástico se reuniram em Dubai na última semana para a criação de um plano global de ações para o problema do descarte de lixo nos oceanos. O movimento que integra os vários países em torno da causa declara que “o lixo oceânico não tem fronteiras geográficas ou políticas”, por isso a solução deve ser discutida internacionalmente.
As preocupações relacionadas ao lixo marinho, no entanto, abrangem outros setores do mercado, já que a quantidade de objetos como garrafas de vidro e latas de metal também é preocupante.
No caso da indústria de plástico, a proposta é criar formas eficientes e inteligentes para que osresíduos não cheguem ao ambiente marinho (como aproveitar o valor que o plástico tem mesmo após usado). Segundo a United Nations Environmental Program, cerca de 70% do lixo marinho vai para o fundo do oceano, ou seja, não fica visível na superfície – por isso, prevenir é melhor do que tentar remediar.
A indústria mundial de plásticos também apoia o trabalho da GESAMP (The Joint Group of Experts on the Scientific Aspects of Marine Environmental Protection), conselho da ONU para assuntos relacionados à proteção do ambiente marinho.
Declaration for Solutions on Marine Litter foi adotada por 54 indústrias até agora e as ações começarão a entrar em vigor em 2012. Segundo o documento, os países têm alguns compromissos como contribuir para soluções com parcerias público-privadas que tenham como objetivo a prevenção de descarte de detritos no mar, trabalhar junto com a comunidade científica para entender e avaliar melhor os impactos e soluções para o problema, promover a aplicação de leis existentes para prevenir o lixo marinho e trabalhar para recuperar mais produtos plásticos para reciclagem.
http://super.abril.com.br/blogs/ideias-verdes/industria-de-plastico-assina-plano-de-acao-para-evitar-descarte-de-lixo-nos-oceanos/

sábado, 5 de novembro de 2011

Marina Silva aponta os 7 pilares da sustentabilidade

Em palestra no EXAME Fórum, em São Paulo, a ex-ministra do Meio Ambiente afirmou que o mundo vive diversas crises ao mesmo tempo.

Luís Artur Nogueira - Exame.com - 01/11/2011

"O desenvolvimento sustentável não é uma maneira de fazer, é uma maneira de ser." A afirmação foi feita pela ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, que participou nesta segunda-feira do EXAME Fórum de Sustentabilidade, em São Paulo. 

"O ser sustentável do século XXI não diz respeito apenas ao fazer. O ser sustentável do século XXI diz respeito a uma visão de futuro, a um ideal de vida a ser vivenciado agora e no futuro. É uma maneira de ser." 

Em palestra a uma plateia de empresários e especialistas, Marina disse que o conceito amplo de sustentabilidade envolve sete dimensões - e não apenas as quatro descritas pela ONU. Além da sustentabilidade econômica, social, ambiental e cultural, Marina incluiu a ética, a política e a estética (veja as definições abaixo). 

Candidata a presidente da República no ano passado, Marina Silva destacou que o mundo vive uma grave crise econômica gerada por uma crise de valores. "Dos sete bilhões de habitantes do planeta, 2,5 bilhões vivem com menos de dois dólares por dia. A crise econômica foi produzida por falta de valores, e não por falta de operadores no mercado financeiro. Os títulos triplo A era podres e alguém disse que eles era mega-power-seguros." 

Isso gerou, segundo ela, revolta nas pessoas em vários países. "A crise de valores pode nos colocar diante de uma coisa muito dramática porque os problemas não são técnicos, são éticos." Marina afirmou ainda que há problemas na política - citou a corrupção no Brasil -, além de uma crise ambiental "grave e severa". São diversas crises ao mesmo tempo. 

Veja as definições dos sete pilares da sustentabilidade feitas por Marina Silva:
 
SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA
"Transformar as vantagens comparativas em vantagens competitivas. Precisamos ser capazes de transformar os recursos naturais e os bens e serviços que produzimos em melhoria da qualidade de vida das pessoas, em saúde, educação, entretenimento, vida digna e plena para as pessoas. Enfim, um mundo melhor de viver." 

SUSTENTABILIDADE SOCIAL
"Equilibrar os princípios de equidade, buscando fazer com que a vida de todas as pessoas possa ser digna de ser vivida." 

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL 
"Utilizar os recursos de tal forma que as necessidades de vida digna e plena possam ser satisfeitas sem comprometer a vida digna e plena daqueles que ainda não nasceram.

SUSTENTABILIDADE CULTURAL
"Se nós não formos capazes de ter um modelo de desenvolvimento que preserve a diversidade, temos um problema. Não há inovação na mesmice, só há inovação na diversidade. Sem ela, entramos em erosão cultural." 

SUSTENTABILIDADE ÉTICA
"Nós somos seres que nos importamos uns com os outros, com os que estão aqui e com os que virão no futuro. Isso se chama laço social ou aliança intergeracional. Isso não se resolve na técnica, isso se resolve na ética. Se eu não me importo com os que ainda vão nascer, eu vou destruir os recursos de milhares e milhares de anos pelo lucro de apenas algumas décadas. Isso é um fim da espécie humana." 

SUSTENTABILIDADE POLÍTICA
"Tem a ver com o que estamos fazendo aqui. As pessoas estão reunidas, debatendo, tentando criar uma maioria, um espaço de convergência para que todos nós possamos nos movimentar numa outra direção. Se os recursos naturais são finitos, nós temos que trabalhar no sentido de que cada vez se produza mais com um menor volume de recursos naturais. Não tem um salvador da pátria. Não será a Marina, não será a Dilma, não será o Obama. Seremos nós, que temos que assumir isso como um valor. Nós geralmente queremos terceirizar os problemas. A gente gosta de se enganar. A gente quer que alguém prometa que vai resolver o problema da corrupção. Lamento, mas a corrupção não é um problema da Dilma, do Serra, do Lula, do Fernando Henrique, do Itamar, nem do Collor. A corrupção é um problema nosso. Isso é a sustentabilidade política. Enquanto a corrupção for um problema da Dilma, teremos corrupção. Quando virar um problema nosso, pode ter certeza de que haverá uma qualidade para as instituições brasileiras." 

SUSTENTABILIDADE ESTÉTICA
"Algumas coisas têm valor simbólico e não puramente econômico. O Pão de Açúcar (no Rio de Janeiro) pode não ter nenhuma liquidez, mas nenhum de nós vai deixar destruir o Pão de Açúcar para virar brita. Isso é sustentabilidade estética."

Confira vídeo da palestra de Marina Silva, no 
portal Exame.
fonte:



segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O Fim dos Lixões

Finalmente estamos observando um grande movimento a favor do Meio Ambiente o fim dos “lixões” ou “Aterros a céu Aberto”.
Com a Lei 12.305 que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, o País está caminhando em um Rumo certo e consciente. 
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Até 2014 todos os Prefeitos terão que dar uma solução técnica viável para os Lixões, com risco de perda de mandato. 
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O Ministério Público eficiente e eficazmente tem cobrado soluções. Falta agora a população com mais afinco, entender e cobrar os órgãos e Autoridades competentes. 
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Os Lixões atualmente trazem um risco enorme à população que ali trabalha, que mora próximo ou mesmo distante destes locais. 
São centros cultivadores de doenças, de pestes, propagadores de contaminação e que só trazem atualmente malefícios a quem quer que seja e ao Planeta como um todo. 
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Não há mais espaço para a constituição de novos Lixões e existe uma pressão Mundial enorme para seu fim. 
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Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que 50,8% dos municípios destinam seu lixo para lixões a céu aberto, sendo que destes 40,8% dos municípios sofrem com alagamentos e conseqüente dissipação de doenças. 
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Estes Lixões ou Aterros através da água contida nos resíduos sólidos, aumentada quando do transporte dos mesmos e pela água das chuvas gera um líquido chamado Chorume. 
O Chorume é originado da decomposição das bactérias contidas no lixo através de processos biológicos, químicos e físicos. 
Como está diretamente em contato com o solo e com excesso de água, ele penetra a terra atingindo os lençóis freáticos e contaminando lagos, rios e mares propagando Contaminações e doenças. 
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Dentre os malefícios estão a poluição eminente no ar; o acúmulo de pragas como moscas, insetos, ratos, aves como urubus; a destinação incorreta de vários itens como pilhas, lixo eletrônico, materiais radioativos, lixos hospitalares não controlados; a geração de metano um gás produzido pelo lixo com forte odor e alto fator explosivo. 
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Em muitos Aterros não há controle público sobre resíduos especiais, como embalagens de agrotóxicos, lâmpadas fluorescentes, pilhas e baterias e resíduos industriais. 
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A má gestão dos resíduos, a falta de educação ambiental e em alguns casos o não comprometimento do Poder Público faz com que, além de todos os problemas gerados, hoje enterremos ouro. Isto devido ao fato de enterrarmos recicláveis, tirarmos empregos de muitos e não termos estes bens como fonte de renda. 
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Apesar de sermos conceituados pelo grande aproveitamento dos recicláveis, ainda muito jogamos fora; sendo que muitas vezes o Brasil ainda compra matérias primas recicláveis de outros Países. 
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Hoje existem tecnologias limpas chegando ao nosso País e que darão fim aos lixões e tratarão dos resíduos sólidos Urbanos de maneira justa e correta. 
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O único cuidado que ainda temos que ter é que estas tecnologias sejam muito bem acompanhadas para não utilizarem recicláveis, para gerarem empregos diretos e indiretos e principalmente cuidarem do Meio Ambiente fazendo com que tenhamos um Planeta mias limpo e melhor. 
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Abraços a todos !!

por:Carlos Alberto de Albuquerque Prado. 
Diretor Executivo da WTE Brasil – representante exclusiva ICC Group Canadá 
www.wtebrasil.com.br 
Diretor Executivo da Re9 Recicle. 
www.re9recicle.com.br 
Engenheiro Mecânico pela FAAP e Pós Graduado em Marketing pela ESPM