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"" LOGÍSTICA custa dinheiro. Erros no gerenciamento LOGÍSTICO custam clientes ! ""

"" LOGÍSTICA custa dinheiro. Erros no gerenciamento LOGÍSTICO custam clientes ! ""

Hoje pagamos no Brasil o preço de uma logística ineficiente e ineficaz. Temos um litoral imenso, rios navegáveis mas usamos as rodovias que cortam o Brasil de leste a oeste, de norte a sul. Temos imensas regiões planas e próprias para o uso de ferrovias, mas nossa malha ferroviária utiliza 5 bitolas diferentes, e um trem não consegue sair do sul até o sudeste, pois os trilhos são incompatíveis.

Nossa agricultura não consegue escoar a produção do Centro-Oeste até o litoral de maneira eficiente
Nossa indústria sofre com custos logísticos imensos atrapalhando nossa competitividade internacional.
Nossos aeroportos com tantos atrasos e cancelamentos.
Assim, sem segurança nas estradas e com uma péssima infra-estrutura de transportes, vamos perdendo competitividade e nossas empresas deixam de crescer. Lembrando que ainda temos o desafio de receber uma COPA e uma OLIMPIADAS pela frente.

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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

os 10 principais erros no trabalho em equipe

Especialistas apontam atitudes que devem ser evitadas na hora de atuar em grupo.

Cada vez mais o mercado de trabalho exige dos profissionais facilidade para trabalhar em equipe

Ocorre que em boa parte dos casos o sucesso no desempenho dessas tarefas esbarra na falta de bom-senso e de limites entre o que pode ou não ser feito ou dito.

Abaixo algumas atitudes imperdoáveis no relacionamento diário de uma equipe listadas por especialistas de carreira. Elas poderão ajudá-lo a não sofrer as conseqüências de uma piada fora de hora ou do mau-humor de um membro da turma.

Fazer fofoca de colegas ausentes
"Falar dos outros é sempre delicado. Portanto, se você tem algo a dizer para seu colega diga diretamente a ele. Desta forma, evita que o comentário seja mal interpretado e retransmitido por outros funcionários. Ao fazer uma crítica diretamente ao colega em questão você evita que seu comentário chegue distorcido aos ouvidos dele, o que pode gerar conflitos. Além disso, falar pelas costas e comentar sobre a vida alheia é uma atitude mal vista".

Paulo de Castro Braune - Diretor Geral da Braune Educação Empresarial.


"Hoje, independentemente de seu cargo, é preciso saber trabalhar em equipe, já que bons resultados dificilmente nascem de ações individuais. No ambiente corporativo, uns dependem dos outros. Se o funcionário não estiver disposto a colaborar com os colegas, certamente será um elo quebrado. Com isso, o grupo/equipe não chegará ao resultado desejado. Ser resistente ao trabalho em equipe é um revés grave. Sem essa abertura, dificilmente o colaborador conseguirá obter sucesso".

Ricardo Dreves - Diretor da consultoria em RH Dreves e Associados.

Ser antipático (a)
"A empatia é muito útil no ambiente de trabalho. Você deve ser leal, cortês, amigo e humilde. Falar bom dia e cumprimentar os outros são atitudes que demonstram educação e respeito pelos demais. O fato do trabalho exigir concentração do colaborador não significa que ele não possa ser cordial e abrir um espaço na agenda para ajudar os companheiros de equipe".

Marcelo Abrileri - presidente do site de empregos Curriculum.

Deixar conflitos pendentes
"Conflitos acumulados podem se agravar. Qualquer tipo de problema referente ao trabalho, dúvida sobre decisões, responsabilidades que não foram bem entendidas, alguém que ficou magoado com outro por algum motivo, enfim, qualquer tipo de desconforto deve ser esclarecido para evitar a discórdia no ambiente. O funcionário deve conversar para resolver o assunto, caso contrário, isso poderá gerar antipatia, fofoca com outros colaboradores e um clima péssimo para toda a equipe".

Beatriz Maria Braga Lacombe - professora de gestão de pessoas da FGV (Fundação Getúlio Vargas), em São Paulo

Ficar de cara fechada
"Ter um companheiro de equipe com bom humor anima o ambiente de trabalho, enquanto que topar um colega mal-humorado causa desconforto do início ao fim do expediente. Esta postura gera desgastes desnecessários, pois além de deixar toda uma equipe desmotivada ainda atrapalha a produtividade. Pessoas mal-humoradas geralmente não toleram brincadeiras. Com isso, automaticamente são excluídas da equipe, o que não é saudável. Por essa razão, manter o bom humor no trabalho é fundamental para cultivar bons relacionamentos".

Julia Alonso - Sócia diretora da Só Talentos RH, recrutamento e seleção de estagiários e trainees.

Deixar de cultivar relacionamentos
"Os melhores empregos não estão nos jornais e nem nos classificados. A partir do seu relacionamento interpessoal no trabalho é que conseguirá construir uma rede de contatos (networking) que servirá, no futuro, para encaminhá-lo às melhores oportunidades. ? importante mostrar dinamismo, ser cooperativo no trabalho e nunca fechar as portas pelos lugares onde passar".

Sheila Madrid Saad - professora de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional da Universidade Presbiteriana Mackenzie. 

Não ouvir os colegas
"? importante escutar a todos, mesmo aqueles que têm menos experiência. Isso estimula a participação e a receptividade de novas idéias e soluções. Questionar com um ar de superioridade as opiniões colocadas numa reunião não só intimida quem está expondo a idéia, como passa uma imagem de que você é hostil. ? necessário refletir sobre o que está sendo dito, não apenas ouvir e descartar a idéia de antemão por considerá-la inútil".

Cristiane Leão - analista de desenvolvimento de recursos humanos da Fundação Mudes - São Paulo.

Não respeitar a diversidade
"Todas as diferenças devem ser respeitadas entre os membros de uma equipe. Não é aceitável na nossa sociedade alguém que não queira contato com outro indivíduo apenas por ele ser diferente. Ao passo que o funcionário aceita a diversidade, ele amplia as possibilidades de atuação, seja dentro da organização ou com um novo cliente. Além disso, o respeito e o tratamento justo são valores do mundo globalizado que deveriam estar no DNA de todos. Sem eles, o colaborador atrapalha o relacionamento das equipes, invade limites dos colegas e a natureza do outro".

Nelci Maria de Mello - gerente de recrutamento e seleção da empresa Dupont - companhia científica, com atuação no setor químico.

Apontar o erro do outro
"A perfeição não é virtude de ninguém. Antes de apontar o erro do outro, deve-se analisar a sua própria conduta e sua responsabilidade para o insucesso de um trabalho ou projeto. ? melhor ajudar a solucionar um problema do que criar outro maior em cima de algo que já deu errado. Lembre-se: errar é humano e o julgamento não cabe no ambiente de trabalho. No futuro, o erro apontado pode ser o seu".

Doutor Helio Roberto Deliberador - professor do Departamento de Psicologia Social da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).


Ficar nervoso (a) com a equipe
"Atritos são inevitáveis no ambiente de trabalho, mas a empatia deve ser colocada em prática nos momentos de tensão entre a equipe para evitar que o problema chegue ao gestor e se torne ainda pior. Cada um tem um tipo de aprendizagem e um ritmo de trabalho, o que não quer dizer que a qualidade da atividade seja melhor ou pior que a sua. O respeito e a maturidade profissional devem falar mais alto do que o nervosismo. Equilíbrio emocional e uma conduta educada são importantes tanto para a empresa como para o profissional".

Gláucia Santos - consultora de recursos humanos da Catho on-line.

 Autor: Universia Brasil

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Empresas investem na gestão do tempo


audio → Empresas investem na gestão do tempo

Tanto executivos quando equipes de vendas estão sendo treinados para exercitar o que o profissional fez durante o dia e ajudou para atingir sua meta.


Leia mais: http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/carlos-julio/2013/07/31/EMPRESAS-INVESTEM-NA-GESTAO-DO-TEMPO.htm#ixzz3JevQevhp

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?




Às vezes nos encontramos em um beco sem saída, quando não temos mais nenhum recurso disponível e simplesmente não temos mais escolha. Você concorda com esta afirmação?
Se sim, desculpe dizer, mas você está errado! Sempre temos escolha! Às vezes somente não temos coragem de assumir o risco e tomar uma decisão inédita para nós mesmos.
Esta semana navegando no Facebook vi um vídeo que – além de divertido – ilustra perfeitamente o que quero dizer.
Gatos temem água e não sabem surfar por natureza. Talvez muitos outros gatos poderiam ter se rendido ao cão com as afirmativas: “não tive escolha” ou ainda “não havia outra saída”.
Sempre há outra saída, mas é preciso arriscar. Você não conseguirá novos resultados se fizer as mesmas coisas, mesmo que as faça com maior afinco. É preciso arriscar e fazer coisas que você nunca tentou antes.
E não existe aquele papo de que você está velho demais para mudar, ou que tomar risco é somente coisa de gente jovem. Independentemente da idade, se você quer estar vivo, é preciso arriscar. Sempre!
Como dizia Cecília Meireles, a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale à pena.
Fica a reflexão pixada no muro:
BOA SORTE!!
Fonte: Escrito por marcelocuellar em: Para ler antes de grandes decisõesPara te ajudar a não desistir |
http://vocesa.abril.com.br/blog/marcelo-cuellar/2012/08/19/quando-foi-a-ultima-vez-que-voce-fez-algo-pela-primeira-vez/?utm_source=redesabril_vocesa&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_vocesa#.URwPUaWx-C8

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

PARA ONDE FOI A SUA INICIATIVA?

Dos dois aos doze anos, mais ou menos, você foi um iniciador por natureza. Quase sempre acordava antes dos seus pais, mexia em tudo o que não podia, perguntava sobre tudo e sobre todos e não parava de “incomodar” os outros até que alguém o fizesse calar subitamente.
 
Os meninos se tornavam bravos super-heróis, médicos, engenheiros, advogados, eletricistas ou cientistas antes mesmo de saber o que significava isso. As meninas, por sua vez, assumiam o instinto materno com suas brincadeiras de casinha e de boneca e isso era a coisa mais natural do mundo.
 
Nesse período, você vivia mergulhado num turbilhão de ideias que fluíam dos dois lados do cérebro continuamente sem se importar se aquilo valia a pena ou não. Você não tinha medo de perguntar nem de fazer alguma coisa por iniciativa própria, fosse proibido ou não. O fracasso não fazia parte do seu vocabulário. Você simplesmente fazia.
 
Com o tempo, você passou a encarar os problemas com o mesmo olhar dos seus pais, descobriu a existência da seletividade e da competitividade e passou a se comparar com os amigos de escola, de condomínio e de balada. Descobriu que ter coisas boas, de marca ou de grife, é bom, principalmente quando não precisa pagar por elas.
 
Aquela competitividade natural do ser humano ecoou em você a ponto de deixar seus pais malucos sobre como fazer para dar conta de todo aquele arsenal de coisas que você nem precisava tanto, mas deveria comprar para não ser hostilizado pelos colegas de escola, filhos dos vizinhos e primos ricos.
 
Ao mesmo tempo, sua criatividade desapareceu, não por completo, é óbvio, mas foi atrofiada diante da competitividade acirrada da qual você faz parte e que não dá tréguas. Em pouco tempo, você substituiu o rótulo do iniciador pelo rótulo de resistente e o medo passou a fazer parte do seu cotidiano.
 
Você já não põe mais o dedo na tomada, inadvertidamente, tampouco desmonta os eletrodomésticos de casa sem se dar conta de que alguém vai pegar no seu pé nem deita no chão para espernear, pois sabe que, por razões óbvias, isso pode se voltar contra você. Então, você apenas se submete e acompanha o fluxo da maré.
 
Além de tudo, para suprir a falta de iniciativa e a resistência natural da maioria das pessoas para as mudanças, o mundo inventou o YouTube, o Twitter, o Facebook, o Google e milhares de outras mídias para que você não tenha a menor preocupação com o futuro.
 
Com isso, você pode ficar conectado vinte e quatro horas por dia, sem se dar conta de que o tempo está passando, além de fugir da cobrança implacável dos pais e do mundo quanto ao futuro incerto que tem pela frente. A inércia dói menos do que o enfrentamento. De certa forma, ela resolve todos os seus problemas de emprego, de escola e posicionamento na sociedade.
O fato é que o mundo está mudando rápido demais e sem a chama da iniciativa, lamento dizer, não há outra escolha a não ser reagir às mudanças. Na prática, sem a capacidade de experimentar, de questionar, de instigar, você está simplesmente parado, à deriva, esperando ser levado pela corrente. Sem iniciativa, as maçãs continuarão caindo do céu, mas a única coisa que você poderá dizer é: só acontece comigo!
 
Onde foi parar a sua iniciativa? Por que você continua caminhando em círculos? O que você faz com aquele turbilhão de ideais que fluem todos os dias na sua mente? O que você vai fazer nos próximos cinquenta anos? Quantos milhares de vídeos você ainda precisa ver no YouTube antes de gravar a sua própria história?
 
A única saída é quebrar as regras ou reinventá-las. Tentar, tentar, tentar quantas vezes for necessário. Reconheço que é bem mais fácil deixar a vida nos levar, mas isso não muda o mundo. O que você está esperando? Que alguém lhe diga: vai, criatura, mexa-se? Quando você pode começar? Agora é melhor do que na segunda-feira, portanto, vejamos:
 
  • Pare de andar em círculos: deixe de ser orgulhoso e compre um mapa. A iniciativa por si só não é suficiente. Planeje, escreva, inicie um blog, assuma uma causa, seja um experimentador por natureza. A vida é pura experimentação, dizia Emerson, o grande pensador norte-americano. Grandes empreendedores são vistos com muito interesse todos os dias porque não tem medo de iniciar nem de errar.
 
  • Pense diferente: você já está de “saco cheio” de ficar ouvindo os nomes de Bill Gates, Steve Jobs, Larry Page, Mark Zuckerberg e tantos outros? A diferença entre você e eles não são os bilhões de dólares que acumularam. A diferença básica é, e sempre será, a chama da iniciativa e da realização.
 
  • Um pouco de risco não faz mal a ninguém: o risco envolve ganhar e perder. Isso, para alguns, é ruim, pois representa uma enorme possibilidade de fracasso. São poucos os que colocam em jogo algo que pode valer a pena. A maioria das ideias fracassa, porém isso não significa que o seu projeto está condenado.
 
  • A regra de outro da iniciativa: vender é difícil, escrever difícil, fazer a diferença é difícil. Digo isso por experiência própria, portanto, trabalhe regularmente, seja consistente. Não existe almoço grátis. Em caso de dúvida, procure o medo. Ele é, na maioria dos casos, a fonte da sua dúvida. A iniciativa é uma habilidade escassa, por isso é rara e tem valor.
 Pense nisso e seja feliz!
Jerônimo Mendes, Administrador, Coach, Professor Universitário e Palestrante.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Dicas para fazer uma boa apresentação corporativa

Aumente a sua competência convocatória

Na Você S/A desse mês há uma ótima matéria intitulada “Discurso de Rei” (pág. 80). Aborda o fato de que no universo corporativo estamos sempre sendo julgados e aponta que uma das situações que melhor avalia nossa competência convocatória e nosso poder de influência é quando precisamos fazer uma palestra, a apresentação de alguma ideia ou a venda pessoal de um produto.
Na revista é explorado o antes, o durante e o depois de uma apresentação corporativa, e a minha ideia aqui nesse post é comentar sobre a estruturação da “hora da verdade”. Como disse a especialista em comunicação Leny Kyrillos: “Falar bem exige conteúdo, experiência, habilidade de contar histórias e até mesmo uma boa dose de espetáculo para encantar a plateia”.
Com base na minha experiência de quase 17 anos como professor, palestrante e facilitador, eu costumo usar a sequência: ESPANTO + ENCANTO + MOBILIZAÇÃO = uma espinha dorsal para a estrutura da conversa.



Para facilitar, vamos supor que você tem 90 minutos para dar a sua mensagem:
  • O primeiro momento – ESPANTO – tem como objetivo chamar a atenção da audiência, ou seja, o que você pode mostrar de relevante, diferente, provocativo ou divertido de forma que faça com que as pessoas se sintam animadas: “Oba, isso é legal!” ou “Puxa, não tinha olhado isso por esse ponto de vista!”. Estime para essa fase de 10 a 15 minutos do seu tempo total. Você pode também perguntar ao grupo qual a expectativa deles sobre o tema ou descobrir qual a experiência deles sobre o assunto.
  • O segundo momento – ENCANTO – tem como objetivo sensibilizar o grupo sobre o assunto em questão. Uma boa dose de empatia irá ajudá-lo a customizar a sua abordagem de modo que faça sentido para a plateia o que você esta falando. Estime aqui 45 a 60 minutos. Nessa fase é importante que você fale mais para o coração do que para os ouvidos.
  • O terceiro e último momento – MOBILIZAÇÃO – tem como objetivo dar ferramentas para que as pessoas possam aplicar no dia a dia delas o que você falou ou induzi-las a tomar uma decisão. Por exemplo: explique o custo X benefício da ideia ou faça perguntas como “O que isso tem a ver com o meu dia a dia na empresa?”; “O que eu poderia começar a fazer?”; “O que eu poderia cessar de fazer?”. E, ao fim do encontro, procure ajudar sua audiência a seguir em frente e acreditar no lado positivo das mudanças.
Dicaduka é a importância de “treinar apresentações”. Se você está fazendo um curso de pós-graduação, MBA empresarial ou um curso in-companynão perca a oportunidade de experimentar falar em público. É comum ver aluno que faz de tudo para não se expor, e aí, quando for pra valer, o seu histórico pessoal em apresentação é quase nulo. Lembre-se: a escola é um dos poucos locais onde as pessoas que estão assistindo sua apresentação estão torcendo por você!
Mochila nas costas e até a próxima trilha!

Professor Paulo Campos tem 20 anos de experiência em soluções de aprendizagem (Ensinar,Aprender e Liderar). Desde 2000 já realizou mais de 1.200 palestras para 65 mil pessoas nos temas relacionados ao comportamento humano nas áreas de Liderançaaprendizado de adultos e gestão de pessoas. Siga no twitter e seja fã no facebook.


terça-feira, 1 de novembro de 2011

Transmissões da “Rádio Peão”

A comunicação feita dentro das empresas pelos seus profissionais é chamada vulgarmente de “rádio peão”, ela tanto pode ser nociva como benéfica.

O que você precisa saber sobre ela é que nunca vai deixar de existir, pois as pessoas têm necessidade de se comunicar, e, também, que ela é muito mais eficaz do que todo o trabalho de 
endomarketingrealizado atualmente nas empresas.
Na verdade, muitas das comunicações realizadas pela empresa vazam pela “rádio peão” em primeira mão, o problema é que com essa comunicação chegam também às interpretações dos seus divulgadores. E quando a mensagem chega pelos canais corretos, muitas vezes encontram os receptores contrafeitos.





Entretanto, existe solução para que essa comunicação seja benéfica sempre. Para isso é necessário identificar as conexões, encontrar as redes de relacionamento dentro da empresa. Escolhendo-se as pessoas que são ponto de contato expressivos, pode-se ter um alcance maior e mais eficaz para a mensagem que se deseja passar.



Uma empresa é formada por processos e a comunicação flui com eles. Portanto, comunicação é um fator importante a ser observado neles, pois sem ela não existe colaboração, fator determinante para obter os resultados esperados para o negócio.

Para obter resultados significativos é preciso ter uma comunicação clara, que é entendida e apoiada por todos. 

A comunicação deve sempre fluir, se ela ficar represada em algum ponto, significa de que daquele ponto em diante nada mais funciona de forma apropriada, criam-se barreiras.

Por isso empresas que teimam em manter a comunicação no alto escalão, tendem a se tornarem burocráticas, pois elas incentivam a distância entre o estratégico e o operacional. Uma vez definido o que fazer, deve-se iniciar o trabalho. 
Time is Money.

Toda estratégia tem prazo de validade, se qualquer fator envolvido mudar, a estratégia deve ser reavaliada e mudar também. Se a distância entre o estratégico e o operacional for muito grande, ou a estratégia chega inviável ao operacional ou torna-se ineficaz. E adivinhe, a “rádio peão” é estritamente operacional, com conexões no estratégico ou próximas dele.